Ao traduzir , começou a questionar as informações do autor da obra, que atribuía os seus mecanismos de ação ao fortalecimento do estomago, por uma substância contrária a febre. Observou que o uso abusivo da quina causava sintomas parecidos com a malária (enfermidade natural) nas pessoas.
Como conhecia o adágio similia similibus carantur, decidiu experimentar em si mesmo, provocando sintomas do estado febril, denominada patogenesia do medicamento.
Concluiu que a quina atua na malária porque doses desta, desencadeiam sintomas similares ao da malária. Assim, comprovou na pratica que o mesmo agente que causa uma moléstia, é capaz de cura-la.
Preconizava que para curar uma enfermidade é necessário administrar um remédio que produza no indivíduo são, a enfermidade que se quer curar.
Referências:
Concluiu que a quina atua na malária porque doses desta, desencadeiam sintomas similares ao da malária. Assim, comprovou na pratica que o mesmo agente que causa uma moléstia, é capaz de cura-la.
Preconizava que para curar uma enfermidade é necessário administrar um remédio que produza no indivíduo são, a enfermidade que se quer curar.
Referências:
- Matéria Médica Homeopática Interpretada; BRUNINI, Carlos e GIORGI, Mário Sérgio; Robe Editorial, 2010.

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